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Cultura

Do manguebeat à literatura: DJ Dolores vira finalista do Prêmio Jabuti com livro de crônicas

Ilustração que mescla um disco de vinil e notas musicais se transformando nas páginas de um livro aberto, com silhueta de cidade costeira ao fundo
Foto: Ilustração gerada por IA (Canva) — Manguetown

Fonte original: Diário de Pernambuco — Do manguebeat à literatura, DJ Dolores vira finalista do Prêmio Jabuti com livro de crônicas

Nome histórico do manguebeat, movimento musical nascido no Recife nos anos 1990, DJ Dolores agora soma mais uma faceta à sua trajetória artística: a de escritor finalista do Prêmio Jabuti, um dos mais importantes do mercado editorial brasileiro. O reconhecimento vem por um livro de crônicas, estreia do músico na literatura.

Da cena musical para a página em branco

A trajetória de DJ Dolores sempre esteve ligada à experimentação — na música, ele construiu carreira misturando ritmos regionais pernambucanos a eletrônica e outras influências globais, um dos pilares estéticos do próprio manguebeat. A chegada à literatura, com um livro de crônicas, sugere que essa mesma inquietação criativa migrou para um novo formato de narrativa.

O que representa ser finalista do Jabuti

O Prêmio Jabuti é considerado o mais relevante do mercado editorial no Brasil, com categorias que vão da ficção à não-ficção, passando por ilustração e design. Para um músico estreante na literatura, figurar entre os finalistas é um reconhecimento que extrapola o círculo musical e o posiciona dentro do circuito literário nacional.

Manguebeat, trinta anos depois

A notícia chega em um momento em que o manguebeat segue sendo revisitado como um dos movimentos culturais mais importantes já nascidos no Recife — e reforça como seus protagonistas continuam, décadas depois, produzindo e reinventando sua relação com a cidade e com a cultura brasileira.

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